sábado, 11 de abril de 2009

Lembranças...

Por vezes, quando temos os amigos longe, lemos certos mails, daqueles que recebemos todos os dias e fazem tanto sentido que acabamos por lhe dar o valor que normalmente não damos porque é apenas mais um...
Neste momento tenho a minha melhor amiga tá a milhares de kilometros de distancia e eu tou com saudades daquela Papona!

  • Eu não te amo pelo que tu és, mas pelo que eu sou quando estou contigo!
  • Ninguém merece as tuas lágrimas e se alguém as merecer não te fará certamente chorar.
  • Se alguém não te amar como tu desejas, isso não quer dizer que essa pessoa não te ame com todo o seu coração.
  • O verdadeiro amigo é aquele que segura a tua mão e toca o teu coração.
  • A pior maneira de sentires a falta de alguém e sentares-te a seu lado e saberes que ele/a nunca estará a teu lado.
  • Não percas tempo com quem não está disponível a passar algum tempo contigo.
  • Talvez Deus queira que tu conheças muitas pessoas más, antes de conheceres a pessoa boa, afim de que possas ficar grato quando, enfim, a tiveres encontrado.
  • Não chores porque uma coisa terminou mas sorri porque ela aconteceu.
  • Haverá sempre alguém que te critica. Mas continua a manter-te confiante, prestando atenção àqueles em quem tu duplamente confias.
  • Não corras demasiado, as melhores coisas chegam quando menos esperas.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Gran Torino

Hoje vi o Gran Torino, com o grande Clint Eastwood e adorei o filme.
É comovente e além do mais, faz-nos pensar sobre as improváveis relações que se estabelecem entre pessoas tão diferentes, não só pelas culturas mas também pelas idades.
A não perder mesmo!

Elogio ao amor (Miguel Esteves Cardoso - Expresso )

Andei a reler algumas coisas e dei com isto, que eu acho intemporal... E porque hoje tá um dia lindo também...

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível.

A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro.

Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade.

Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.

Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".

O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.

O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.

Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.

Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".

Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.

Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.

O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina.

O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.

O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.

O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém.

Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.

Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.

A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

Miguel Esteves Cardoso - Expresso

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Berlusconi é uma anta? Ou estou enganada?

Quando por acaso pensamos que já ouvimos tudo vem um idiota e diz mais uma coisa que nos deixa de boca aberta! E depois é daquele tipo de pessoa com quem não adianta discutir porque uma vez que tem muito mais experiência em ser idiota nunca conseguiremos dar-lhe a volta.
Então não é que esta ANTA a quem chamam primeiro-ministro aconselhou os desalojados que pernoitam nas tendas de campanha a "fazerem como se estivessem a acampar durante um fim-de-semana" e assegura que não vai faltar nada às vítimas do sismo.
Morreram 267 pessoas, incluindo 16 crianças e nove corpos continuam por identificar.
O sismo provocou 100 feridos graves e cerca de 28 mil pessoas tiveram de deixar as suas casas e aquela anta para não lhe chamar outra coisa tem o desplante de dizer semelhante coisa???
Porque é que não lhe cortam os "coisos"???

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Ele não está assim tão interessado

Ontem fui ver uma comédia bem romântica e muito americana.
Gostei!
As mulheres são bonitas, os homens são bonitos, a história é engraçada, o ideal para uma tarde de domingo e ainda por cima bem acompanhada.
Se não quiserem pensar em nada creio que será o filme ideal, além de que são ditas imensas verdades sobre os homens e sobre as mulheres também.
Divirtam-se :-)

domingo, 5 de abril de 2009

A minha cidade

Ontem fui passear pela minha cidade e, à parte as obras, a minha cidade é linda.
Adoro a calçada portuguesa, a avenida, a ria, a marina, as gaivotas e a brisa marítima...
Se a trocaria por outra? Sim trocaria por outra porque cada cidade é linda à sua maneira, depende sempre dos olhos que a vêem...
Mas ainda assim a minha cidade é linda...

sábado, 4 de abril de 2009

Reflectir...

Recebi este texto num dos muitos emails que recebo diariamente e achei que era... leiam...

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, conduzimos depressa demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV em demasia e rezamos raramente.
Multiplicamos os nossos bens, mas reduzimos os nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planeamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de carácter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Esta é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Esta é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas
'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrina e muito pouco na despensa.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame...
Ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Good planets are hard to find!

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

1º de Abril - Dia das mentiras


Embora hoje seja dia das mentiras existem verdades inquebráveis:
  • A única mão com a qual podes sempre contar está na ponta do teu braço (quem é que não o comprovou por experiência própria???)
  • Há mais marés que marinheiros (desde que o mundo é mundo).
  • O que os outros pensam é problema deles (quando chegamos a uma determinada idade esta verdade torna-se lei).
  • Há males que vêem por bem (sejam o fim relações de amizade ou outras, sejam empregos etc...)